Veja aqui o regulamento deste projecto

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POIESIS - vol. XVI, 58
autores, Junho de 2008
POIESIS - vol. XV, 74 autores, Outubro de 2007
POIESIS - vol. XIV, 55 autores, Outubro
de 2006
POIESIS - vol. XIII,
53 autores,
Dezembro
de 2005
POIESIS - vol. XII,
47 autores, Fevereiro de 2005
POIESIS -
vol. XI, 57 autores, Junho de 2004
POIESIS -
vol. X, 67 autores, Dezembro de 2003
POIESIS - vol. IX, 70 autores, Maio de 2003
POIESIS -
vol. VIII, 75 autores, Dezembro de 2002
POIESIS -
vol. VII, 76 autores, Maio de 2002
POIESIS -
vol. VI, 67 autores, Novembro de 2001
POIESIS -
vol. V, 92 autores, Maio de 2001
POIESIS -
vol. IV, 83 autores, Novembro de 2000
POIESIS -
vol. III, 104 autores, Março de 2000
POIESIS - vol. II, 98 autores, Outubro de 1999
POIESIS
- vol. I, 90 autores, Março de 1999

Algumas
palavras sobre este projecto
POIESIS
- antologia de poesia e prosa-poética portuguesa contemporânea
inclui autores da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e
portugueses residentes no estrangeiro. É uma obra que,
quer queiramos quer não, conquistou já um pequeno lugar no “panorama
literário português”.
POIESIS
é uma obra de continuação, consolidação, luta e resistência para um número
apreciável de autores e também uma oportunidade de publicação para muitos
outros; também por isso, uma parte do que aqui se encontra, são
experiências literárias com óbvias diferenças técnicas, estilísticas,
estéticas, intenção e sentido (...). Seria muito difícil e provavelmente
inútil, desconstruir e analisar manchas criativas de tão grande e diversa
subjectividade, experimentação e procura (do Graal de cada um).
A obra
(prevista em vinte volumes) resulta de uma comum paixão; não é apenas um
espaço de divulgação poética e para-poética com ecletismos, “ecumenismos”,
nostalgias, futurismos, diferenças, atitudes, descobertas, revelações...
pretende também e mais do que tudo, aferir, “fazer-desenvolver” e facultar
uma alternativa intercultural e se possível transcultural, estabelecendo
um sistema global de comunicação, de crítica e debate - ser alternativa,
dar expressão e sentido a um certo processo criativo bem português.
E porque
há coragem, sonho, amor, vontade de partilha, cumplicidades, mistérios,
encantamentos, desejos..., ficou menos tímida e um pouco mais ousada, a
Musa oculta e irregular que habita a espiritualidade dos homens.
Porque escrever é
um acto de solidão e porque publicar é sempre um acto de resistência, de
muita coragem e ousadia, um renovado e intenso abraço a todos os autores
incluídos nas antologias editadas.
Ângelo Rodrigues

Teremos muito gosto em o
receber na nossa editora.
Pode encomendar qualquer dos
nossos livros
por
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Aguardamos o seu contacto!

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Actualizado em
quarta-feira 11 Junho, 2008