EDITORIAL MINERVA e os autores têm o prazer de convidar V. Exª, família
e amigos, para a sessão de apresentação da obra POIESIS - antologia
de poesia e prosa poética portuguesa contemporânea,
Vol. XV - 74 autores*,
(capa do artista plástico
Miguel d’Hera),
a realizar no dia 13 (Sábado) de Outubro de 2007 pelas 16:30 horas
em:
Junta de Freguesia de Benfica
Avª
Gomes Pereira, 17 – Benfica – Lisboa
Apresentação dos autores e da obra pelo “animador de ideias”
Ângelo Rodrigues. Todos os autores interessados terão
oportunidade de uma breve intervenção. Momento de dança contemporânea e
clássica pelo grupo da professora Fernanda Mafra - Barreiro. Selecção e
leitura de dois poemas da obra por
Cristina Estrompa e
von Trina.
PREÂMBULO
1.
E voltou a “acontecer poesia”, isto é, POIESIS –
Vol. XV, antologia que inclui também alguns autores da CPLP bem como
autores portugueses residentes no estrangeiro. Sejam bem-vindos à
leitura e fruição desta obra colectiva que, quer queiramos quer não,
conquistou já um pequeno lugar no “panorama literário português”, seja
lá isso o que for.
2.
POIESIS é uma obra de continuação,
consolidação, luta e resistência para um número apreciável de autores e
também uma oportunidade de publicação para muitos outros; também por
isso, uma parte do que aqui se encontra, são experiências literárias com
óbvias diferenças técnicas, estilísticas, estéticas, intenção e sentido
(...). Seria muito difícil e provavelmente inútil, desconstruir e
analisar manchas criativas de tão grande e diversa subjectividade,
experimentação e procura (do graal de cada um). Não vamos por aí.
3.
A obra em presença resulta de uma comum paixão; não é
apenas um espaço de divulgação poética e para-poética com ecletismos,
“ecumenismos”, nostalgias, futurismos, diferenças, atitudes,
descobertas, revelações... pretende também e mais do que tudo, aferir,
“fazer-desenvolver” e facultar uma alternativa intercultural e se
possível transcultural, estabelecendo um sistema global de comunicação,
de crítica e debate - ser alternativa, dar expressão e sentido aos
processos criativos em Língua Portuguesa.
4.
E porque há coragem, sonho, amor, vontade de partilha,
cumplicidades, mistérios, encantamentos, desejos..., ficou menos tímida
e um pouco mais ousada, a Musa oculta e irregular que habita a
espiritualidade dos homens.
5.
Porque escrever é um acto de solidão e porque publicar
é sempre um acto de resistência, de muita coragem e ousadia, um renovado
e intenso abraço a todos os autores que - uma vez mais - tornaram
possível esta outra aventura.
Ângelo Rodrigues
Coordenador literário do DNA