Editorial Minerva e os autores têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da «POIESIS - antologia de poesia e prosa poética portuguesa contemporânea», Vol. XVIII, 53 autores, a realizar no dia 27 (Sábado) de Fevereiro de 2010 pelas 16:30 horas em:
AUDITÓRIO CARLOS PAREDES
Junta de Freguesia de Benfica
Avª Gomes Pereira, 17 - Benfica - Lisbia
Apresentação dos autores e da obra por Ângelo Rodrigues. Todos os autores interessados terão oportunidade de uma breve intervenção. Selecção e leitura de três poemas da obra por Zélia Filipe e von Trina. Momento musical (canções) por Cristina Estrompa.
Gratos pela honra da comparência
Será servido um Porto de Honra
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Páginas: 208
Formato: 21 x 14,5
P.V.P.: 10 € (IVA incluído)
Capa: Pintura de Pais Garcia e Atelier Minerva
AUTORES
Adelaide de Freitas
Ana Paula Mabrouk
António Gallobar
Carlos Barroso
Carlos Costa
Carolina Taveira
Carvalho Marques
Cátia Santos
Celeste Saiedi
Delmar Domingos de Carvalho
Diogo Cantante
Eduardo Augusto Andrade
Elsa.M
Emílio Lima
Giselle Dumont Reis
Helena Vidal
Herlander Carvalho
Irondina Viegas
Isabel Rosete
Isabel Valentino
Jeracina Gonçalves
João Filipe Pimentel
João Francisco da Silva
José António de Sousa Pinto
José Branquinho
Lúcia Lupenny Rodrigues
Luís Filipe dos Santos Rodrigues
Luísa Ferreira Redondo
Manuela de Sousa
Maria do Céu S.
Maria David
Maria Flor
Maria Helena Dinis Prata Tomás
Maria Victória Rodrigues Pereira
Mário Beirão
Natália Canais Nuno
Natália Patrício
Pais Garcia
Paulo da Ponte
Pedro Belo Clara
Pedro Ferreira
Piedade Araújo Sol
Ricardo Clímaco
Roberto Tavares
Rosélia Maria Guerreiro Martins
Rute Silva
Sara Madaleno
Sérgio Fonseca
Severino Moreira
Shinya Jordão
Sílvia Soares
Valentina Silva Rato
Valquíria di Aragon
PREÂMBULO
E voltou a “acontecer poesia”, isto é, POIESIS – Vol. XVIII, antologia que inclui também alguns autores da CPLP bem como autores portugueses residentes no estrangeiro. Sejam bem-vindos à leitura e fruição desta obra colectiva que, quer queiramos quer não, conquistou já um pequeno lugar no “panorama literário português”, seja lá isso o que for.
POIESIS é uma obra de continuação, consolidação, luta e resistência para um número apreciável de autores e também uma oportunidade de publicação para muitos outros; também por isso, uma parte do que aqui se encontra, são experiências literárias com óbvias diferenças técnicas, estilísticas, estéticas, intenção e sentido (...). Seria muito difícil e provavelmente inútil, desconstruir e analisar manchas criativas de tão grande e diversa subjectividade, experimentação e procura (do graal de cada um). Não vamos por aí.
A obra em presença resulta de uma comum paixão; não é apenas um espaço de divulgação poética e para-poética com ecletismos, “ecumenismos”, nostalgias, futurismos, diferenças, atitudes, descobertas, revelações... pretende também e mais do que tudo, aferir, “fazer-desenvolver” e facultar uma alternativa intercultural e se possível transcultural, estabelecendo um sistema global de comunicação, de crítica e debate - ser alternativa, dar expressão e sentido aos processos criativos em Língua Portuguesa.
E porque há coragem, sonho, amor, vontade de partilha, cumplicidades, mistérios, encantamentos, desejos..., ficou menos tímida e um pouco mais ousada, a Musa oculta e irregular que habita a espiritualidade dos homens.
Porque escrever é um acto de solidão e porque publicar é sempre um acto de resistência, de muita coragem e ousadia, um renovado e intenso abraço a todos os autores que - uma vez mais - tornaram possível esta outra aventura.
Ângelo Rodrigues
Coordenador literário
Editorial Minerva e o autor, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da obra «ALQUIMIAS – antologia 1989-2010» (todos os géneros literários e mais um) de Ângelo Rodrigues a realizar no dia 13 (sábado) de Março de 2010, pelas 6 horas em
ALMADA FORUM
Coordenação da sessão pelo Mestre em História da Qualidade de Vida e da Boémia Contemporânea von Trina. Apresentação da obra por Isabel Rosete. Performance por Carlos Amaral. Momento musical pelo grupo oSeuContrário.
Gratos pela honra da comparência
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Páginas: 336
Formato: 21 x 13,5
P.V.P.: 15 € (IVA incluído)
Capa: Passos de Cor - artes gráficas e design gráfico, Lda.
DO AUTOR
Ângelo Rodrigues nasceu em Torres Novas em 1964. Gosta de deusas atrevidas, da Noite, do Mar, da espécie-Mulher, de boa música, de artes-plásticas e de alguma literatura. É, como alguém já escreveu, um ser intelectualmente irrequieto e insatisfeito que procura despertar as consciências adormecidas pela rotina das ideias feitas, das convenções, dos sistemas. O seu horizonte imediato é a Alma-humana.
É Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa e professor de Filosofia e de Psicologia do Ensino Secundário.
E num dia efémero de hábitos estúpidos e terrivelmente convergentes (como no caso do trabalho), escreveu Miguel d’Hera no seu diário-não-autorizado: Ângelo Rodrigues é um resistente, eclético, ecuménico, um-criador-de-absoluta-insatisfação; é também um humanista do desejo e da ousadia, um provocador de impossíveis, um moscardo farpizante de conservadorismos e de estabilidadezinhas; um arauto da diferença; um místico do devir.
SINOPSE
por Isabel Rosete
A hipocrisia acobarda as mentes das gentes pequenas, sempre com medo de erguerem as suas vozes; o "politicamente correcto" (odeio clichés) cala o dizer aberto dos tachistas por mero compadrio.
Ângelo Rodrigues mostra-se como o arauto des-construtor desta farsa boçal, bastarda e brejeira, que é o Mundo, que naturalmente escapa, que é obviamente invisível, aos olhos míopes, aos ouvidos ensurdecidos dos espíritos adormecidos pelo convencionalmente imposto, aos espíritos castrados por um dito puritanismo que, claustrofobicamente, lhes esmaga a possibilidade de uma respiração oxigenada.
Ângelo Rodrigues, e o seu ALQUIMIAS – antologia 1989-2010, é a mais perfeita antítese desta miserável constatação de uma humanidade terrivelmente apática, incapaz de rodopiar nas franjas do seu próprio círculo, imperfeito; de uma humanidade que sobrevive na latência de uma consciência que, a si mesma, já não se conhece.
Ângelo Rodrigues pega o toiro pelos cornos, com a nobreza de todas as pegas de caras. Jamais se emaranha nas labirínticas teias da dissimulação ou do dizer de demagógico. A sua alma epifaniza-se na transparência do seu próprio pensamento astuto, redondo, sem preconceitos, e no seu dizer sem freios.
Todas as palavras, que para o papel em branco transporta, estão, sempre, no seu devido lugar, sem eufemismos, sem rodeios, sem intenções en-cobertas.
A Verdade des-vela-se nos seus textos, contos, poemas e aforismos, bem à maneira heideggeriana, por mais "absurda" ou "risível" que seja.
Há, na escrita deste homem, a mão de Dioniso, a embriaguez catártica do deus que co-habita nas entranhas Terra, que promove, apologeticamente, o instintivo, o visceral, o libidinal, na sua clareza absoluta, "para além do bem e do mal", afastando a censura tirânica do super-ego, a ilusória beleza e pseudo-perfeição das formas de Apolo, que ludibriam o território dos simples mortais, bi-céfalos.
Também eu aceitei o convite de me tornar "argonauta", embarcando, sem receios, na nave que «mostrará os novos universos criados pelo autor».








