MÊS DE
MAIO
A
Editorial Minerva, a Livraria Caneta Azul
e o autor,
têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de
apresentação do ensaio
A ROSACRUZ E PORTUGAL pelo investigador Delmar Domingos de Carvalho,
a realizar no dia 17 (Sábado) de Maio de 2008 pelas 17 horas em
LIVRARIA
CANETA AZUL
Largo dos Aviadores, nº 8
Próximo da Câmara Municipal - Bombarral
Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra e autor pelo
“animador de ideias”
Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra pelo escritor Luís
Costa Pires. Leitura de dois poemas de Fernando Pessoa sobre a Rosacruz
pelo actor
von Trina.
Gratos pela honra da comparência
A
Rosacruz está intimamente ligada a Portugal, o País das
Cinco Quinas, das Cinco Chagas de Cristo (são os cinco centros vitais do
corpo); à concretização do Quinto Império.
Mais, o autor analisa, por meio da numerologia cristã, os valores das
palavras Rosacruz e Portugal, provando que ambas encerram o número
Cinco!!!
O idioma português é a expressão da cultura universalista lusíada que
engloba uma riqueza espiritual a qual irá contribuir para a regeneração
e libertação sobre este estado de coisas rumo a uma nova era onde a
liberdade estará unida à responsabilidade, numa base fraterna,
profundamente humanista.
Revelam-se neste trabalho diversos dados comprovativos das ligações
entre esta Escola de Pensamento, a Rosacruz, com Portugal, antes e
depois da sua formação, como são focados alguns dos varões ilustres do
movimento rosacruciano desde D. Afonso Henriques, D. Dinis, Rainha Santa
Isabel, D. João I, Rainha Dª Filipa de Lencastre, Infante D. Henrique,
Gil Vicente, Damião de Góis, Pedro Nunes, Rainha Dª Leonor, Padre
António Vieira, D. Fernando II, Guerra Junqueiro, Francisco Marques
Rodrigues e outros, como Santo António, Magno, Vasco da Gama, Fernando
Pessoa, como são analisadas as missões da Lusofonia na U.E., na ONU,
como na concretização do V Império, portal para a Idade do Aquário, e
ainda sobre a missão da Fraternidade Rosacruz de Max Heindel nessa
Idade, na qual, segundo o autor, só entraremos, em 2658, e, após mais de
dois mil anos, uma nova Época de Oiro, com a Idade do Capricórnio, em
que a Cosmocracia será consubstanciada numa dinâmica para a
concretização da Utopia da Fraternidade Universal.
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 200
Concepção e grafismo da capa:
Neograf, com base em fotografias do autor
ISBN:
978-972-591-726-X
Depósito Legal:
266064/07
Preço de capa (IVA incluído): 10 €
A Editorial Minerva
e o autor,
têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de
apresentação do romance O CAÇADOR de José Pimenta, a realizar no dia 26
(segunda-feira) de Maio de 2008 pelas 18:30 horas em
CENTRO HOSPITALAR
PSIQUIÁTRICO DE LISBOA
(HOSPITAL JÚLIO DE
MATOS)
Auditório
Avª
do Brasil, nº 53 – Lisboa
Autocarros da Carris: 7-31-33-35-45-50-68-83-85
Coordenação
da sessão e breve reflexão sobre a obra e autor pelo “animador de
ideias” Drº
Ângelo Rodrigues.
Apresentação da obra pelo Drº
António Santinho Martins.
Leitura de um excerto do romance pelo actor
von Trina.
Gratos pela honra da comparência
1a Badana
O
crepúsculo descia rapidamente sobre os montes e na ilharga da estrada de
rampa inclinada, cortada no bordo da encosta revestida de mato e de
pinheiros bravos. O vento abanava as ramagens e criava uma sinfonia de
lúgubres acordes. Caía chuva miudinha nesse fim de tarde outonal, de céu
cinzento. Não havia vivalma e pressentia-se uma atmosfera enigmática,
cada vez mais ameaçadora. Era a natureza nua, com toda a sua força, que
parecia querer abater-se sobre o Renault parado na berma da
estrada, em plena serra, à luz crepuscular.
Ema desatou a chorar nervosamente,
possuída por um medo irreprimível e irracional, como que invadida por
espíritos malignos, chegados das trevas.
— Por que choras? — perguntou Mário,
aparentando indiferença à situação que se pressentia grave. — Há meia
hora que ninguém passa, de carro... ou de bicicleta, sequer. É
impossível que isto continue assim! Não estamos num deserto!... Tem
calma!
— Vamos morrer de frio, aqui! Em breve é
noite cerrada...
O marido saiu do carro, levantou a gola
do casaco, aproximou‑se do capot do Renault e levantou-o pela
centésima vez.
2a
Badana
O
Autor nasceu em 1930, na Figueira da Foz. Aos 15 anos começou a
interessar-se pela escultura, que desenvolveu como autodidacta, tendo
participado em várias exposições a partir de 1959 até fins dos anos 90.
Licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa e foi Chefe de
Serviços de Urologia, nos Hospitais Civis de Lisboa (H.C.L.). Como
profissional, interessou-se particularmente: pela neuro-urologia, tendo
criado, nos H.C.L. a Consulta desta sub-especialidade e executado várias
cirurgias plásticas deste foro; pela Andrologia, tendo introduzido no
País o uso da prótese peniana de silicone e criado uma técnica original
de plastia fálica. Nos anos 70 criou uma Consulta de urossexopatia
neurogénia, nos H.C.L., que tornou extensiva ao Centro de Medicina de
Reabilitação de Alcoitão, onde foi consultor durante 20 anos. Foi um dos
membros fundadores da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. Fez
inúmeras palestras e alguns artigos, uns publicados em livros nacionais,
outros na revista European Urology. Organizou um Simposium (1986) e um
Congresso (1993), sobre urossexopatia neurogénia. Está aposentado desde
2000.
Contracapa
O
CAÇADOR é um romance que aborda essa relação amorosa que tanta discussão
levanta e tantos malentendidos vai gerando: relação emocional
resultante dum conjunto de factores, entre os quais podemos destacar a
emoção, o desejo de cariz sexual e o domínio do outro, que podem levar a
comportamentos extremos, desde o de carinho ao da violência. O homem,
por razões biológicas e culturais, é mais propenso para a violência que
a mulher.
A emancipação de ambos
os géneros contribui para a queda de preconceitos e para a busca do
bemestar das sociedades ao promover a plena realização emocional, o
melhor equilíbrio psicosomático e a redução da violência. A compreensão
e aceitação dos direitos dos outros é fundamental para criar a empatia,
tanto melhor, quanto mais difundida e globalizada for.
Há na trama a abordagem
à discussão sobre educação sexual para os jovens, tão mal assumida desde
há dezenas de anos, no nosso país, que não teve ainda coragem para
ultrapassar o mito do “Pecado Original”, o que distorce qualquer
exposição racional sobre sexualidade humana e levanta problemas quanto
aos cuidados práticos a ter perante as doenças sexualmente transmitidas.
O “herói” da história é
um D. Juan provinciano e “self made man”, que consegue ascender na
escala social e satisfazer o seu instinto de predador sensual.
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 544
Concepção e grafismo da capa:
Neograf, com base em fotografia do autor
Preço de capa (IVA incluído): 20 €
Editorial
Minerva e a autora,
têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de
apresentação da obra poética
ATÉ AO
INFINITO de Glória Machado,
a realizar no dia 31 (Sábado)
de Maio de 2008, pelas
16 horas em
FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
Auditório Principal – APEL
Parque Eduardo VII
Coordenação da
sessão e breve reflexão sobre a obra e autora pelo “animador de
ideias”
Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra pelo crítico literário
von Trina. Leitura de dois poemas da obra por
Fernando Coelho. Momento
musical por João Núncio
(guitarra).
Glória
Machado nasceu no Minho. Estudou em Lisboa. Exerceu a actividade de
correspondente durante dezoito anos estando sempre ligada ao mundo
da cultura.
Dedica-se a escrever poesia por ser a linguagem dos sentimentos e
ser esta a área que rege a sua vida.
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 256
Capa: Neograf, Lda com base em pintura de
Miguel d’Hera
Preço de capa (IVA incluído): 12 €
topo

MÊS DE
JUNHO
EDITORIAL MINERVA e os autores têm o prazer de convidar V. Exª, família
e amigos, para a sessão de apresentação do álbum de fotografia
FRAGMENTOS DE EMOÇÃO - antologia de fotógrafos
contemporâneos,
47 autores*, a realizar no dia 8 (Domingo) de Junho de 2008 pelas 16
horas em
FEIRA DO
LIVRO DE LISBOA
Auditório
Principal – APEL
Parque Eduardo VII
Coordenação da sessão e breve reflexão sobre o projecto por
Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra pelo fotógrafo Ricardo
Dias (Coordenador Editorial e ex-director da Revista «O Mundo da
Fotografia»). Breve intervenção pelos autores. Momento musical (canções)
pelo cantor/autor Francisco Naia.
Gratos pela honra da comparência
http://fotosactual.blogspot.com
AUTORES*

PREÂMBULO
«A virtude da câmara não é o poder que tem de transformar
o fotógrafo
num artista, mas o impulso que lhe dá de continuar a
procurar»
Brooks Atkinson
1.
Olhamos - demoradamente - com os olhos da alma, as fotografias deste
sui generis projecto que “baptizamos” de «Fragmentos de Emoção –
antologia de fotógrafos contemporâneos». São imensas as sensações de
prazer estético que muitas das fotografias nos proporcionam. Sabemos
agora, que as palavras são banais, curtas, pobres e inapropriadas para
descrever a magia, o poder e a força de algumas destas imagens.
Convidamo-lo também, a entrar neste uni-verso visual, poético e onírico,
de beleza, luz e paz (Oikeíosis). Com Arte e pela Arte, a vida é
possível e desejável.
2.
Porquê este projecto? A primeira resposta é simplesmente porque-sim. É
decerto uma pergunta com uma resposta ao mesmo tempo tão óbvia quanto
extremamente complexa. Há três certezas em toda a verdadeira Arte que
gostaríamos de partilhar convosco: a contradição, o inconformismo e a
insatisfação. É da luta dos opostos que sai o novo e o diferente como
nos ensina todos os dias a vida. É urgente vi-ver des-alma-damente; é
preciso imaginação, talento, experiências, fruições, êxtases,
loucuras... é preciso saber-olhar e ver este mundo e os outros com
paixão e diferença-quotidiana para re-inventar a beleza-dos-dias e assim
ser possível suportar e tranquilizar as nossas vidas tão carentes e tão
descuidadas de essencial - é também isto que nos leva à paixão e à
fruição das fotografias deste nosso e vosso projecto. Os deuses, as
mulheres e os homens envolvidos nesta obra, são artistas que se
inquietam e que perguntam, que estão em demanda do seu próprio graal,
que desejam mudanças que nos permitem desbravar e aventurar em novos
mundos. Parafraseando Pessoa, a Vida não basta, necessitamos da Arte
como de pão para a boca! Comamos já esta obra e alimentemo-nos
saudavelmente da sua beleza intrínseca! A nossa alma agradece.
3.
Pelo crepúsculo, calmos, serenos e em paz com o Uni-verso, contemplamos
os trabalhos “luminantes” desta obra; é nesse ser-e-estar que sentimos
estes pedaços de fragmentos do tempo, a que chamam fotografias,
como janelas mágicas que se abrem para um prometido mundo de
encantamentos. Falamos também de uma arte-maior, plena de poeticidade,
qualquer coisa de enigmático e de sublime que fica algures entre o
imanente e o transcendente. Fazemos e reiteramos aqui - com toda a
propriedade e aquém do justo e do merecido - a apologia destes
“fragmentos de emoção” que nos libertam, qual kathársis
(purificadora) que nos permite uma aproximação à indefectível doçura
dos deuses. Estamos na presença de uma obra ousada, corajosa, indelével,
profunda, marcante, que embriaga... Beleza, luz, sonho, movimento,
forma, aventura-da-cor, gesto-de-ternura, paixão, alquimia, eternidade,
doçura, asas... tantas palavras aparentemente interessantes para
ajudarem à fruição e ao sentido desta obra inovadora e absolutamente
necessária; contudo, revelam-se pobres, inexactas, patéticas, ridículas…
perante a essência desta proposta.
4.
Respirando o fascínio e o enigma da noite, aflora-nos à mente o que
Nietzsche nos ensinou: que o aborrecimento e o conformismo do mundo
serão superados pela vivência e pela fruição da Arte. Obrigado a todos
os fotógrafos contemporâneos incluídos nesta antologia por nos terem
docemente perturbado.
António Vieira da Silva
EDITORIAL MINERVA e os autores têm o prazer de convidar
V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da obra
POIESIS - antologia de
poesia e prosa poética portuguesa contemporânea,
Vol. XVI - 58 autores*, a realizar no dia 14
(Sábado) de Junho de 2008 pelas 16:30 horas em:
Junta de Freguesia de Benfica
Avª
Gomes Pereira, 17 – Benfica – Lisboa
Acessos:
Autocarros: 16 C, 24, 50, 84
Apresentação dos autores e da obra pelo “animador de
ideias”
Ângelo Rodrigues. Todos os autores interessados terão
oportunidade de uma breve intervenção. Selecção e leitura de dois poemas
da obra por
Cristina Estrompa e
von Trina. Momento musical (canções) pela
ANIMATUNA de Lisboa.
Gratos pela honra da comparência
Será servido um Porto de Honra
PREÂMBULO
1.
E voltou a “acontecer poesia”, isto é,
POIESIS – Vol. XVI, antologia que inclui também alguns autores da
CPLP bem como autores portugueses residentes no estrangeiro. Sejam
bem-vindos à leitura e fruição desta obra colectiva que, quer queiramos
quer não, conquistou já um pequeno lugar no “panorama literário
português”, seja lá isso o que for.
2.
POIESIS é uma
obra de continuação, consolidação, luta e resistência para um número
apreciável de autores e também uma